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“Engenharias são fundamentais à produtividade do País”, diz palestrante





“O jeito da engenharia pensar é voltado para a resolução de problemas, contudo é preciso ter visão sistêmica”, observou, no fim da tarde de ontem, o mestre em Economia do Setor Público da Universidade de Brasília (UnB) e integrante do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Bruno César Pino Oliveira de Araújo.

Ao enfocar o tema “Carreiras de jovens engenheiros no Brasil nos anos 90 e anos 2000” na 73ª Soea, o palestrante considerou ser o aumento da produtividade um dos maiores gargalos do País, na atualidade e no futuro próximo, e que as engenharias despontam como profissões fundamentais para a superação do problema. Contudo, apontou alguns entraves. Primeiramente, defendeu a necessidade de uma reflexão maior sobre o questionamento acerca de uma possível falta de engenheiros no mercado de trabalho.

Para ele, é preciso considerar que a escassez de engenheiros não é apenas quantitativa, pois envolve itens como desmotivação na carreira e queda na qualidade do ensino. “Não basta formar pessoas. É preciso qualidade e motivação”, defendeu. “Problemas por região enfrentados pelos formandos em engenharias são tradicionais e refletem a distribuição dos bons cursos ao redor do País”, frisou, ressaltando, também, ser natural a concentração regional do emprego, contribuindo ainda para essa realidade o adensamento da industrialização e, mais recentemente, fatores como a atividade de exploração de petróleo e gás.

“Pelo menos em teoria, a migração pode resolver o problema, mas é de se esperar o ajuste do mercado de trabalho”. As pesquisas identificam que a trajetória ocupacional dessas profissões é a variável que tem mais efeito sobre a remuneração. Os censos apontam, ainda, que apenas cerca de 30% dos engenheiros exercem a carreira. “Mas no país esse índice de distorção não é tão preocupante, considerando que em outras profissões a questão é bem mais grave”, informou.


Comunicação estratégica


“Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC)” foi o tema da palestra proferida, também à tarde, pelo integrante da gerência de satélite da Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebrás), Edson Gusella Júnior, graduado em engenharia elétrica e mestre em Telecomunicações pelo Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).

Atualmente, em fase de implantação, o SGDC tem previsão de lançamento no início do próximo ano. Com um custo avaliado em cerca de dois bilhões de reais, recursos do governo brasileiro, o satélite será um dispositivo em órbita da Terra de alta capacidade de transmissão de dados de internet e comunicações governamentais estratégicas.

“Um País precisa controlar a sua comunicação”, disse o palestrante, explicando que o SGDC vai deter o domínio da malha de comunicação, sendo portando essencial para a segurança nacional. Edson Gusella Júnior historiou e conceituou para os presentes o que é um satélite. “Eles são corpos que orbitam ao redor de um planeta e podem ser naturais ou artificiais”, esclareceu, discorrendo, ainda, sobre peso, massa, consumo de combustível, posição orbital e outros diversos itens desse equipamento, fazendo uma palestra educativa e didática.


Mozarly Almeida

Equipe de Comunicação da 73ª Soea


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